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Arroz tem glúten?

Confira quais grãos adicionar ou remover de sua dieta

O arroz é um dos alimentos mais consumidos no mundo e embora seja tão popular, celíacos e pessoas com sensibilidade ao glúten têm dúvidas se o alimento é próprio para consumo ou não. Felizmente, todos os tipos de arroz são livres de glúten, bem como outros cereais.

No dia a dia os brasileiros consomem em sua maioria, o arroz branco e o integral. Estes são mais populares devido ao formato de produção da monocultura. Entretanto, estima-se que existam cerca de 40 mil variações do cereal espalhadas pelo mundo. Tantas variações livres de glúten, que alegria! Mas calma … se você é celíaco ou possui sensibilidade ao glúten é preciso tomar cuidado com a contaminação cruzada. Aprenda também a como evitá-la.

O glúten é uma proteína encontrada em inúmeros alimentos, incluindo cereais, como trigo, cevada e centeio. A proteína é popular por conferir elasticidade e consistência aos alimentos, sendo amplamente utilizado na indústria alimentícia, principalmente em produtos de panificação e industrializados, em geral.

Os alimentos sem glúten têm ganhado cada vez mais espaço nas prateleiras de supermercados e lojas de produtos naturais com uma ampla variedade de sabores e marcas para a felicidade de celíacos e pessoas com sensibilidade ao glúten.

A doença celíaca é uma condição autoimune em que o consumo de glúten desencadeia uma resposta imunológica prejudicial ao organismo. Ao consumir glúten, as vilosidades do intestino delgado, responsáveis por absorver os nutrientes dos alimentos, são machucadas, gerando desconforto, dor e prejudicando a saúde do celíaco, uma vez que, prejudica a absorção de nutrientes. Pessoas com doença celíaca precisam seguir uma dieta rigorosa sem glúten para evitar complicações de saúde.

Já a sensibilidade ao glúten não celíaca é caracterizada por ser uma condição em que a pessoa apresenta sintomas semelhantes aos da doença celíaca, mas não há danos à mucosa intestinal nem uma resposta imunológica específica ao glúten. Seguir uma dieta que restrinja a proteína auxilia no alívio dos sintomas em indivíduos com sensibilidade ao glúten não celíaca.

Embora a descoberta do diagnóstico possa trazer alívio para os indivíduos que sofrem dessa condição, encontrar alimentos sem glúten e principalmente seguros pode ser um desafio. Felizmente as pessoas estão se conscientizando sobre alergias e restrições alimentares.

Além disso, grandes marcas do mercado estão trazendo em seu portfólio de produtos uma variedade de opções e sabores para pessoas do grupo de sensibilidade ao glúten e celíacos. Dessa forma, hoje já é possível encontrar em grandes supermercados prateleiras destinadas a esses alimentos. 

Se você é celíaco ou possui sensibilidade ao glúten, procure orientação médica e nutricional para garantir que suas refeições sejam equilibradas, garantindo os nutrientes necessários para sua alimentação e organismo. 

Para garantir uma qualidade de vida e de saúde nutricional é recomendado que as pessoas com essas condições retirem o glúten de sua dieta, para obter alívio dos sintomas e no caso dos celíacos, recuperar suas vilosidades intestinais para obter uma maior absorção nutricional.

Uma das dúvidas mais comuns é se o arroz é naturalmente livre de glúten. A resposta é sim! O arroz é um cereal que não possui glúten sendo amplamente consumido em todo o mundo e uma excelente opção para pessoas que precisam seguir uma dieta sem glúten.

Entretanto, é importante ficar atento aos produtos que contêm arroz em sua composição, como pães de arroz ou biscoitos de arroz. Eles podem ter sido processados em locais onde há contaminação cruzada com glúten.

É importante destacar que todos os tipos de arroz são naturalmente livres de glúten: O arroz branco, integral, basmati, selvagem e outros tipos de arroz. Portanto, o arroz é seguro para ser consumido por pessoas que seguem uma dieta sem glúten.

É importante sempre verificar o rótulo dos alimentos. Assim como o arroz, existem outros grãos que podem ser consumidos por celíacos ou pessoas com sensibilidade ao glúten. Confira a seguir uma lista com os grãos permitidos e os que devem ser evitados por celíacos ou sensíveis à proteína.

Por ser elaborada a partir do arroz, a farinha de arroz é livre de glúten. Entretanto, é preciso estar atento para a possibilidade do alimento ter sido produzido em instalações compartilhadas com outros alimentos que possuem glúten. Nesses casos, é possível encontrar traços da substância, se tornando um perigo para celíacos.

Ao procurar por alimentos livres de glúten escolha marcas confiáveis que realizem testes de segurança, qualidade dos alimentos, e também, testes que detectem a presença de glúten na alimentação. Uma questão interessante para se analisar é a taxa de ppm (partes por milhão).

Para um produto ser classificado como livre de glúten ou glúten free, a regulamentação brasileira estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) obriga as indústrias a  realizarem de testes laboratoriais para verificar a taxa de ppm que irá definir as classificações alimentares do produto. 

Se o alimento contém menos de 20 ppm, ele poderá receber a rotulagem “sem glúten”, caso tenha menos de 10 ppm, poderá receber a rotulagem “zero glúten”.

Muito embora o valor de partes por milhão (ppm) geralmente não aparece diretamente no rótulo dos alimentos. O consumidor tem o direito de entrar em contato com a indústria e solicitar o conhecimento da taxa via SAC. Indústrias como a Tainá Alimentos trabalham com uma taxa de produção limite de 5ppm, garantindo a segurança alimentar para celíacos. Caso encontre um produto interessante de uma marca que desperte sua curiosidade, não tenha receio e pergunte o ppm, se for do seu interesse.

A contaminação cruzada pode representar diversos riscos para pessoas com doença celíaca, sensibilidade ao glúten ou alergia ao trigo. Conheça eles:

  • Reações adversas: Mesmo pequenas quantidades de glúten podem desencadear reações negativas como dores abdominais, diarreia, fadiga, erupções cutâneas, dor de cabeça e outros problemas digestivos e imunológicos.
  • Danos intestinais: A exposição frequente à contaminação cruzada pode levar a danos que prejudicam a absorção adequada de nutrientes e prejudicando a saúde em geral.
  • Dificuldades na dieta: A presença de traços de glúten devido à contaminação cruzada pode dificultar obter uma dieta livre de glúten efetiva.
  • Risco de alergias: A contaminação cruzada pode representar um risco para indivíduos com alergias ao trigo, desencadeando reações alérgicas graves, incluindo dificuldade respiratória, inchaço e anafilaxia.
  • Incerteza e ansiedade: A contaminação cruzada pode criar incerteza e ansiedade em relação aos alimentos que consomem, tornando as refeições fora de casa mais estressantes.

Boas práticas para evitar a contaminação cruzada caso você more com pessoas não celíacas e sem sensibilidade ao glúten:

  • Leia atentamente os rótulos: Verifique sempre os rótulos dos alimentos em busca de ingredientes que possam conter glúten, como trigo, cevada, centeio, malte e aveia. Procure por produtos rotulados como “sem glúten” ou que tenham certificações confiáveis sem glúten.
  • Cozinhe em uma área livre de glúten: Evite o contato com ingredientes que contenham glúten.
  • Armazene alimentos corretamente: Armazene alimentos sem glúten em recipientes separados e rotulados para evitar misturas acidentais. Uma dica é armazená-los em locais diferentes.
  • Utensílios e utensílios de cozinha: Utilize utensílios de cozinha exclusivos para preparar e servir alimentos sem glúten. Evitar o uso compartilhado de utensílios auxilia na redução da contaminação cruzada.
  • Superfícies de preparação: Utilizar panos e produtos de limpeza separados também é uma opção. Não esqueça também de limpar e desinfetar as superfícies de preparação antes de cozinhar alimentos sem glúten. 
  • Torradeiras e fornos: Na hora de preparar pães e bolos, se possível, tenha uma torradeira dedicada apenas a produtos sem glúten. 
  • Restaurante e refeições fora de casa: Certifique-se de que o restaurante tem procedimentos adequados para evitar a contaminação cruzada.

Embora seja uma dieta restritiva e que possua muitos cuidados para evitar problemas, não se sinta limitado. Procure consumir e testar marcas referências e especializadas sem glúten no mercado, procure grupos em redes sociais de pessoas que compartilham a mesma situação que você para compartilharem histórias, situações e dicas. Não se sinta sozinho, saiba que você tem o direito de esclarecer suas dúvidas com as marcas, se for o caso.

A Tainá Alimentos acredita que com a conscientização da população sobre alergias alimentares, é possível abrir mais espaço para que outras indústrias e empresas  invistam nesse público e em sua qualidade de vida.

Fonte: Gazeta do Povo

Foto: Freepik

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Saiba como evitar a contaminação cruzada e garanta uma alimentação segura

A contaminação cruzada pode surgir quando a gente menos espera e com qualquer pessoa. De maneira geral, a contaminação cruzada pode acontecer tanto na indústria quanto em nossas casas. Não temos total controle sobre isso, mas também não precisamos nos desesperar: podemos evitar a contaminação cruzada a partir de boas práticas de higiene e armazenamento, por exemplo.

A contaminação cruzada é um problema muito perigoso para as pessoas e que pode ocorrer na indústria alimentícia e nas cozinhas domésticas. A contaminação cruzada ocorre quando microorganismos ou substâncias indesejadas são transferidos de uma superfície ou alimento para outro, levando à contaminação e colocando em risco a saúde de quem o consome. 

Pode parecer simples, mas contaminação cruzada é uma questão que pode gerar consequências sérias e pode acontecer com qualquer pessoa que entre em contato com algumas das substâncias que falaremos mais adiante. Como mostramos em um conteúdo anterior, Alergias alimentares: a fórmula da cura é o amor de mãe, ao abordar a história de Talita Knupp, e sua trajetória de descoberta da alergia alimentar da sua filha Tainá, a contaminação cruzada se fez presente neste processo mesmo Talita adquirindo produtos que se apresentavam não contendo a proteína do leite (sensibilidade de sua filha). Mesmo o rótulo dizendo uma informação, ao consumir, sua filha desenvolvia reações devido ao alimento ter traços da proteína, ou seja, ter passado por uma contaminação cruzada. 

Histórias como essas fazem com que criemos um alerta sobre nossa alimentação e práticas de cuidados para evitar prejuízos em nossa saúde decorrentes da contaminação cruzada tanto a nível individual em nossas casas, mas também, cobrando testes de seguranças da indústria.

Diferentes tipos de contaminantes podem afetar a sua saúde alimentar. Descubra quais são eles:

Além de microorganismos e alérgenos alimentares, os alimentos também podem ser contaminados com produtos químicos nocivos, como pesticidas, herbicidas e metais pesados durante o processo de cultivo, processamento ou devido a um armazenamento inadequado. É importante seguir regulamentações e práticas seguras para minimizar a presença de produtos químicos prejudiciais nos alimentos.

Ao tomar precauções adequadas e estar ciente dos diferentes tipos de contaminantes, você pode ajudar a garantir alimentos seguros e proteger sua saúde e a de sua família. Descubra a seguir como evitar a contaminação cruzada em sua casa e também durante a fabricação de alimentos.

Com práticas diárias em nossas casas conseguimos evitar a contaminação cruzada garantindo a segurança alimentar e de toda nossa saúde. Aqui estão algumas medidas que você pode adotar:

  • Separe diferentes alimentos: De preferência mantenha carnes cruas, aves, frutos do mar e produtos frescos separados de outros alimentos, especialmente aqueles que serão consumidos crus, como frutas e saladas.
  • Utensílios e superfícies limpas: higienizar todos os utensílios de cozinha e lavar as mãos de modo adequado, bem como limpar as superfícies com água quente e sabão antes e depois de manipular alimentos crus é uma prática simples que auxilia a evitar a contaminação cruzada.
  • Armazenamento adequado: Em casos de alimentos crus, mantenha-os separados no refrigerador, utilizando recipientes fechados ou embalagens adequadas para evitar o contato entre eles.

Pessoas com doença celíaca ou sensibilidade ao glúten não celíaca, precisam tomar precauções extras quando o assunto é contaminação cruzada. Ao ter contato com o glúten, esses indivíduos podem ter consequências sérias em sua saúde. Confira algumas dicas de como evitar a contaminação cruzada:

Evitar a contaminação cruzada é um cuidado de todos, mas principalmente essencial para as indústrias alimentícias. As boas práticas de fabricação (BPF) desempenham um papel crucial para evitar esses problemas. Algumas medidas importantes de BPF incluem:

  • Treinamento adequado: A BPF, sugere o fornecimento de treinamento regular aos funcionários sobre higiene pessoal, manipulação correta de alimentos e prevenção da contaminação cruzada.
  • Limpeza e higienização: estabelecimento de um programa de limpeza regular para garantir que as instalações, equipamentos e utensílios sejam higienizados adequadamente.
  • Controle de pragas: implemente medidas de controle de pragas, como vedação de rachaduras, armazenamento adequado de alimentos e eliminação correta de resíduos.


Medidas como estas contribuem para uma fabricação de alimentos que não seja prejudicial para o público. Empresas referências em higienização no mercado de produção de alimentícia, como a Tainá Alimentos fazem dessa prática a própria cultura corporativa. No dia a dia, são realizados diversos testes de qualidade e testes nas salas de manipulações de produtos com glúten. A empresa também fornece treinamentos de boas práticas de higiene e informações sobre a doença celíaca. 

Fonte: Gazeta do Povo

Foto: Freepik

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4 dicas para tirar o glúten da sua alimentação

Sensibilidade ao glúten e a doença celíaca são desafios enfrentados por aproximadamente 2 milhões de brasileiros. Felizmente, mais informações estão sendo divulgadas sobre essa condição crônica possibilitando um maior espaço de ofertas alimentares para o grupo. Hoje é possível consumir diversos alimentos sem glúten para manter sua qualidade de vida. Nesta lista reunimos 4 dicas para ajudar você a retirar o glúten de sua alimentação, além de reunirmos receitas e opções de cardápios para você tornar sua alimentação mais adequada; confira a seguir.

Descobrira intolerância ao glúten é realmente um processo desafiador, assim como descobrir qualquer intolerância alimentar, como abordamos em outro conteúdo contando a história de Talita e sua filha Tainá, em ‘’Alergias alimentares: a fórmula da cura é o amor de mãe’’. Nessas situações, principalmente em casos onde se descobre a intolerância ainda bebê, são necessários diversos testes laboratoriais, teste de exclusão e reintrodução alimentar e diversas consultas a profissionais de saúde.

Os sintomas de intolerância e sensibilidade ao glúten variam para cada  indivíduo e podem se manifestar em diferentes formas. Confira a seguir uma lista em tópicos dos principais sintomas que podem indicar se uma pessoa tem sensibilidade ou é intolerante ao glúten:

  • Problemas gastrointestinais: As mais comuns em pessoas com sensibilidade ou intolerância ao glúten, os sintomas abrangem dores abdominais, inchaço, gases, diarréia, constipação, náuseas ou vômitos após a ingestão de alimentos contendo glúten;
  • Fadiga e fraqueza: Devido às lesões ocasionadas no intestino, os indivíduos começam a ter pouca absorção de nutrientes ocasionando sensações de cansaço excessivo, falta de energia e fraqueza;
  • Distúrbios do humor: O corpo sente e a mente também, em algumas pessoas as dores e desconfortos podem resultar em mudanças de humor, irritabilidade, ansiedade e até depressão;
  • Dores de cabeça: Enxaquecas ou dores de cabeça recorrentes podem ser desencadeadas pela ingestão de glúten em pessoas intolerantes;
  • Problemas de pele: Como resposta imunológica a ingestão de glúten em pessoas com intolerância ou sensibilidade podem desenvolver erupções cutâneas, coceiras, eczema ou dermatite herpetiforme;
  • Dores musculares e articulares: Sensação de dor ou rigidez nas articulações, bem como dores musculares, devido à fraqueza ocasionada pela má absorção de nutrientes;
  • Sintomas neurológicos: Algumas pessoas podem experimentar sintomas neurológicos, como formigamento ou dormência nas mãos e nos pés, falta de equilíbrio, dificuldade de concentração ou perda de memória.

Caso esses sintomas se manifestem em você ou em seu filho, procure um médico para orientar você de maneira correta, realizar exames laboratoriais e garantir assim uma maior qualidade de vida. 

A dieta sem glúten é uma forma de alimentação, que visa excluir completamente alimentos que possuam o glúten e seus derivados em sua composição. Sendo essencial para pessoas que possuem sensibilidade à proteína ou que possuam a doença celíaca (intolerância ao glúten).

Uma dieta sem glúten pode salvar vidas e confere uma qualidade de vida muito maior para pessoas sensíveis ao glúten ou com a doença celíaca.

Melhora dos sintomas digestivos: Quem possui doença celíaca ou sensibilidade ao glúten, evitá-lo contribui para o alívio de sintomas gastrointestinais, permitindo a recuperação do intestino e a redução da inflamação ocasionada pela condição melhorando seu funcionamento digestivo.
Melhora do estado nutricional: Em pessoas com doença celíaca, o glúten danifica as vilosidades intestinais, tornando a absorção de nutrientes menos eficaz. A dieta sem glúten contribui para a saúde do portador da condição.
Controle da condição de saúde: É um modo de controlar a condição e prevenir danos contínuos ao intestino delgado, além de reduzir os sintomas incômodos associados a essa sensibilidade.

Seguir a dieta sem glúten em situações em que o indivíduo não precisa e ainda sem orientação médica pode ser prejudicial. Além disso, não há nenhuma comprovação científica que relacione o emagrecimento a restrição de alimentos com glúten. 

Alimentos à base de trigo, que contêm glúten, também podem fornecer nutrientes essenciais, como fibras, vitaminas do complexo B e minerais. Portanto, para pessoas sem intolerância ou sensibilidade ao glúten, não há necessidade de evitar o glúten, a menos que seja uma escolha pessoal ou haja recomendação médica específica.

Alimentos a serem evitados

Esta tabela pode auxiliar você a montar seu cardápio e orientar sua alimentação com uma maior qualidade. Tome cuidado também com a contaminação cruzada, por isso evite alimentos industrializados.

Alimentos alcalinos para melhorar o processo de desintoxicação

Muitas informações relacionadas a adoção de alimentos alcalinos para desintoxicar celíacos são divulgadas na internet. Entretanto, não há nenhuma comprovação científica da eficácia de alimentos alcalinos para desintoxicar o organismo.

O conceito de “alimentos alcalinos” é fundamentado em uma teoria que afirma que certos alimentos podem afetar o pH do corpo e influenciar a saúde. Mas, o corpo humano possui mecanismos sofisticados para manter um pH equilibrado e estável, independentemente da alimentação. Dessa forma, procure orientações médicas e nutricionais para trazer benefícios reais em sua alimentação.

Exemplo de cardápio para dieta sem glúten

Para uma maior satisfação alimentar, adapte as opções de acordo com suas preferências pessoais e necessidades nutricionais. Não esqueça de sempre verificar os rótulos dos alimentos para garantir que sejam livres de glúten e escolha marcas de confianças, como a Tainá Alimentos ou demais marcas referências em produtos sem glúten ao realizar suas compras em lojas de produtos naturais, supermercados ou e-commerce. Escolher marcas de confianças que possuam processos rigorosos em sua elaboração, é necessário para evitar a compra de alimentos que sofreram contaminação cruzada.

Onde encontrar alimentos sem glúten

Ter doença celíaca ou sensibilidade ao glúten é uma baita restrição, mas não é o fim do mundo. Pensando bem, ‘’restrição’’ é só uma das formas de perceber a condição. Felizmente indústrias, lojas de produtos naturais e supermercados estão investindo no público celíaco e disponibilizando alimentos variados para esse grupo. 

Hoje é possível encontrar inúmeras redes de grandes supermercados com sessões destinadas a celíacos, além das casas de produtos naturais que possuem uma ampla variedade de marcas com produtos referências em qualidade e cuidado de preparação, como a Tainá Alimentos; indústria que a cada dia busca trazer novas opções alimentares para pessoas com alguma dieta restritiva por meio de um processo cuidadoso para evitar a contaminação cruzada.

Há diversas receitas e opções no mercado, grandes marcas também tem buscado se adequar as necessidades dos celíacos. Portanto, a ‘’restrição’’ embora cause muita dor, também oferece a possibilidade de conhecer, preparar e comer centenas de outras comidas. Recomendamos que você teste receitas, experimente diversos produtos e marcas e escolha no final, as opções que têm mais sabor para você.

Receitas sem Glúten

As receitas sem glúten consistem principalmente em preparações de alimentos onde o uso de farinha de trigo, centeio ou aveia são utilizados, uma vez que esses cereais contém glúten. Confira a seguir três receitas sem glúten:

Panquecas de banana e aveia.

Ingredientes:

  • 2 bananas maduras;
  • 1 xícara de aveia sem glúten;
  • 2 ovos;
  • Pitada de canela em pó;
  • Óleo de coco para untar a frigideira;

Instruções:

  1. Em uma tigela, amasse as bananas maduras até obter uma consistência cremosa;
  2. Adicione a aveia sem glúten e os ovos à tigela e misture bem até formar uma massa homogênea;
  3. Acrescente uma pitada de canela em pó e misture novamente;
  4. Aqueça uma frigideira antiaderente em fogo médio e unte-a com um pouco de óleo de coco;
  5. Despeje cerca de ¼ de xícara da massa na frigideira para formar cada panqueca;
  6. Cozinhe por cerca de 2-3 minutos de cada lado, até dourar;
  7. Repita o processo com o restante da massa;
  8. Sirva quente e aproveite. Rende aproximadamente 8 panquecas.

Bolo sem Glúten

Ingredientes:

  • 2 xícaras de farinha sem glúten (pode ser uma mistura pronta ou uma combinação de farinha de arroz, amido de milho e fécula de batata)
  • 1 ½ colher de chá de fermento em pó
  • ½ colher de chá de bicarbonato de sódio
  • ¼ colher de chá de sal
  • 1 xícara de açúcar
  • ½ xícara de manteiga derretida ou óleo vegetal
  • 3 ovos
  • 1 colher de chá de extrato de baunilha
  • 1 xícara de leite (pode ser leite de vaca, leite vegetal ou leite sem lactose)

Instruções:

  1. Pré-aqueça o forno a 180 °C. Unte uma forma de bolo com manteiga ou utilize papel manteiga para forrar o fundo.
  2. Em uma tigela grande, misture a farinha sem glúten, o fermento em pó, o bicarbonato de sódio e o sal. Reserve.
  3. Em outra tigela, bata o açúcar e a manteiga derretida (ou óleo vegetal) até obter uma mistura cremosa.
  4. Adicione os ovos, um de cada vez, batendo bem após cada adição. Acrescente o extrato de baunilha e misture novamente.
  5. Gradualmente, adicione os ingredientes secos à mistura de açúcar e ovos, alternando com o leite. Misture até obter uma massa homogênea.
  6. Despeje a massa na forma preparada e alise a superfície com uma espátula.
  7. Asse no forno pré-aquecido por cerca de 30 a 35 minutos, ou até que um palito inserido no centro do bolo saia limpo.
  8. Retire do forno e deixe o bolo esfriar na forma por alguns minutos. Em seguida, transfira para uma grade de resfriamento para esfriar completamente.
  9. Após esfriar, você pode decorar o bolo como desejar, com glacê, frutas frescas, chocolate derretido ou qualquer cobertura de sua preferência.

Pão sem Glúten

Essa receita permite personalização do seu pão adicionando sementes ou grãos à massa, como chia, linhaça ou girassol. Você pode personalizar o pão adicionando sementes ou grãos à massa, como chia, linhaça ou girassol. Também é possível realizar diferentes variações de pães, como pão de cenoura, pão de batata ou pão de ervas, adicionando esses ingredientes à massa.

Ingredientes:

  • 2 ½ xícaras de farinha sem glúten (pode ser uma mistura pronta ou uma combinação de farinha de arroz, fécula de batata, polvilho doce e polvilho azedo);
  • 1 colher de sopa de fermento biológico seco;
  • 1 colher de chá de açúcar;
  • 1 colher de chá de sal;
  • 2 colheres de sopa de azeite de oliva;
  • 1 xícara de água morna;
  • 3 ovos;
  • 1 colher de chá de vinagre de maçã (opcional).

Instruções:

  1. Em uma tigela pequena, dissolva o fermento e o açúcar em água morna. Deixe descansar por cerca de 5 minutos, até que a mistura comece a espumar;
  2. Em uma tigela grande, misture a farinha sem glúten e o sal;
  3. Faça um buraco no centro da mistura de farinha e adicione o azeite de oliva, os ovos e o vinagre de maçã (se estiver usando). Despeje a mistura de fermento por cima;
  4. Com uma colher ou uma espátula, misture os ingredientes até obter uma massa pegajosa;
  5. Transfira a massa para uma forma de pão previamente untada com azeite ou forrada com papel manteiga;
  6. Cubra a forma com um pano de prato limpo e deixe a massa descansar em um local aquecido por aproximadamente 1 hora, ou até que ela cresça e dobre de tamanho;
  7. Pré-aqueça o forno a 180 °C;
  8. Leve o pão ao forno pré-aquecido e asse por cerca de 40 a 45 minutos, ou até que fique dourado e faça um som oco quando for batido na parte de baixo;
  9. Retire o pão do forno e deixe esfriar completamente antes de fatiar.


Observação: As farinhas sem glúten podem variar em sua absorção de líquidos. Caso seja necessário, ajuste a quantidade de água na receita para obter uma consistência de massa adequada e saboreie o seu pão sem glúten!

Conclusão: como tirar o glúten da dieta.

Retirar o glúten da alimentação é essencial para pessoas com sensibilidade à proteína e portadores de doença celíaca. A dieta sem glúten contribui para a qualidade de vida dessas pessoas, entretanto, os desafios são imensos para aqueles que precisam seguir essa restrição alimentar e incluem desde contaminação cruzada até o encontro de uma ampla variedade de produtos. Para conseguir retirar o glúten de sua alimentação ou da alimentação do seu filho, reunimos algumas sugestões:

  • Aprenda quais alimentos contém glúten: e familiarize-se com as fontes ocultas de glúten em produtos processados, como molhos, temperos e produtos de panificação. Além disso, explore alimentos alternativos e sem glútem. Embora seja uma dieta restritiva, é possível encontrar uma variedade de produtos deliciosos e que não irão te prejudicar;
  • Leia os rótulos: Ao fazer compras, verifique os rótulos dos alimentos para identificar se eles contêm ou não glúten. Procurando por termos como “contém glúten” ou “pode conter traços de glúten”. Caso encontre produtos que indiquem a existência de glúten, fuja!; 
  • Opte por alimentos naturais: Priorizar alimentos frescos e naturais, eles irão te ajudar em sua nova alimentação.
  • Esteja ciente da contaminação cruzada: Evite a contaminação cruzada ao preparar e armazenar alimentos sem glúten em sua casa. Caso more com alguém que tenha doença celíaca, ou caso você tenha a doença, tome cuidado com utensílios e evite o contato com superfícies que tenham contato com glúten. Utilize utensílios de cozinha limpos e esteja atento a possíveis contaminações em restaurantes ou eventos sociais.
  • Busque orientação profissional: Consulte um médico e nutricionista para obter orientações adequadas e personalizadas. Para tornar a sua dieta ainda mais satisfatória.

Por meio de informações completas de questões alimentares, dietas restritivas, armazenagem e produção, a Tainá Alimentos acredita ser possível transformar a sociedade, reduzindo desinformações sobre restrições alimentares. Por meio de uma maior inclusão e variedade alimentar é possível proporcionar um maior cuidado e garantir o direito de todos de se alimentar de forma segura, e para isso quanto mais informação melhor, certo?

Fonte: Gazeta do Povo

Foto: Freepik

 

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Guia reúne principais dúvidas sobre a dieta livre de glúten

A dieta glúten free é destinada a pessoas com sensibilidade ao glúten ou para pessoas que possuem doença celíaca. Essa forma de alimentação embora restritiva garante qualidade de vida para diversas pessoas que possuem estas condições.

O termo ‘’glúten free’’ vem conquistando um espaço maior tanto em alimentos nas estantes de supermercados, na mídia e no imaginário popular, mas ainda muitas pessoas desconhecem o seu significado. Este termo traduzido para o português é destinado para classificar todo alimento ‘’sem glúten’’ em sua composição.

O glúten é uma proteína que pode ser encontrada em sua forma natural em diversos grãos, como o trigo, a cevada e o centeio. Embora diversos alimentos derivem de grãos que contêm glúten, e por esse motivo sejam majoritários na mesa da população, a proteína que pode gerar inúmeras complicações para pessoas intolerantes ao glúten, aqueles que possuem a doença celíaca. 

A doença celíaca é uma condição crônica que algumas pessoas desenvolvem em seu sistema imunológico no intestino delgado acarretando danos às vilosidades intestinais sempre que ingerem alimentos que contém glúten.

As vilosidades intestinais são pequenas estruturas em forma de dedos que revestem o intestino delgado, elas são responsáveis por absorver os nutrientes presentes nos alimentos. Pessoas com doença celíaca ao ingerirem o glúten têm suas vilosidades prejudicadas. Com o tempo, a reação imunológica ao glúten torna-as achatadas e reduz a capacidade de absorver nutrientes adoecendo o indivíduo. 

Os sintomas da doença celíaca podem variar de uma pessoa para outra e em intensidade. Entretanto, os sintomas mais comuns incluem diarréia, constipação, dor abdominal e inchaço. Além disso, em decorrência do prejuízo a absorção de nutrientes, alguns sintomas incluem fadiga, perda de peso, anemia, irritabilidade, dores articulares e problemas de pele. Sua condição é crônica e não tem cura.

Para manter uma qualidade de vida, pessoas que possuem doença celíaca devem adotar uma dieta estritamente livre de alimentos que contenham glúten em sua composição. Com uma dieta voltada para celíacos é possível reduzir os sintomas e recuperar o revestimento intestinal para uma melhor absorção de nutrientes.

Em alguns países não é obrigatório a indicação no rótulo indicando que um produto contém glúten. Felizmente, no Brasil, é obrigatório que os alimentos rotulados indiquem a presença da proteína caso o produto contenha glúten ou derivados de trigo, centeio, cevada, aveia e seus híbridos. 

Essa exigência foi definida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), segundo o RDC n.º 26/2015 que indica que todo produtos que contêm glúten deve exibir a informação “CONTÉM GLÚTEN” em destaque na embalagem, em letras legíveis e em contraste com o fundo. Caso o alimento seja isento de glúten, a embalagem deve apresentar a informação “NÃO CONTÉM GLÚTEN” ou “ALIMENTO ZERO GLÚTEN”.

Entretanto, mesmo que o rótulo indique que o alimento não contém glúten, muitas vezes podem existir traços da proteína, tornando a alimentação do celíaco ainda mais restrita e ocasionando uma angústia ainda maior em familiares e no próprio indivíduo portador da condição.

Como relembra Talita Knupp Souza, após descobrir que sua filha Tainá possuía a alergia alimentar APLV (alergia à proteína do leite de vaca), passou a comprar  apenas produtos que indicavam no rótulo a ausência da substância. Mas “a gente começou a perceber que nem sempre o que estava no rótulo era válido. E ali a gente aprendeu o que era contaminação cruzada”, nos conta.

O mesmo pode acontecer com o glúten: um rótulo pode indicar sua ausência, mas este pode aparecer ali. Em casos assim, ocorre a contaminação cruzada. Na doença celíaca, a contaminação cruzada ocorre quando alimentos sem glúten são preparados ou processados em instalações compartilhadas com alimentos que contêm glúten. Desse modo, pequenas quantidades de glúten podem ser transferidas de utensílios, equipamentos ou superfícies contaminadas para os alimentos, tornando-os inseguros para consumo por pessoas que precisam evitar o glúten. Para uma maior segurança alimentar do celíaco, é preciso ter cuidado ao preparar alimentos tanto em casa quanto em indústrias e restaurantes. 

No caso de Talita, a condição de sua filha foi o motor que impulsionou a criação da Tainá Alimentos; a indústria possui um rigoroso processo de testes para comprovar a ausência de glúten e proteína no leite de vaca em seus produtos, garantindo assim a segurança alimentar de outras crianças e adultos celíacos.

Diversos alimentos contêm glúten, o que dificulta ainda mais a alimentação do celíaco. Os exemplos mais comuns são os seguintes:

  • Pães e produtos de panificação — Podem possuir farinha de trigo, centeio, cevada ou aveia não certificada como livre de glúten);
  • Cereais matinais — Muitos cereais matinais contêm trigo, cevada ou centeio em sua composição. Felizmente grandes marcas como a Nestlé, estão investindo na criação desses produtos destinados a celíacos e pessoas que possuem sensibilidade ao glúten.
  • Produtos à base de trigo — Uma ampla variedade de alimentos entra aqui. Desde massas como macarrão, pizza, até as panquecas e alimentos similares.
  • Salgadinhos e bolachas — Alguns salgadinhos, pretzels, biscoitos salgados, barras de cereais, bolinhos e salgadinhos podem conter glúten, especialmente se forem feitos com farinha de trigo.
  • Molhos e condimentos — Molho de soja, molho inglês e molhos para salada, podem conter glúten em sua composição. 
  • Alimentos processados a base de carne — Salsichas, almôndegas, hambúrgueres pré-fabricados e produtos similares podem conter ingredientes com glúten, como farinha de rosca ou aditivos à base de trigo. 


É importante sempre verificar os rótulos e conferir se o alimento possui ou não glúten para evitar desconfortos e problemas nutricionais. Dê preferência sempre para empresas especializadas no assunto que possuam um rigoroso processo de limpeza e de testes que garantam que o produto não possua o glúten em sua composição.

Diversos são os equívocos relacionados ao termo ‘’glúten free’’, entre eles uma ideia muito preocupante é a que afirma que uma dieta sem glúten ajuda a emagrecer. A dieta isenta de glúten é essencial para pessoas com doença celíaca, pois a condição desencadeia danos ao intestino delgado após ingerir a proteína como demonstramos acima.

É importante esclarecer que seguir uma dieta livre de glúten não está diretamente relacionado ao emagrecimento. Se uma pessoa que não tem doença celíaca ou sensibilidade ao glúten optar por uma dieta livre de glúten para perder peso, é importante entender que a perda de peso não está diretamente ligada à exclusão do glúten em si. Em vez disso, a perda de peso pode ocorrer devido a uma redução geral na ingestão calórica, substituição de certos alimentos processados ou uma mudança geral para uma alimentação mais equilibrada e saudável. Consulte sempre um médico ou nutricionista para evitar prejuízos em sua saúde.

De modo bem direto: a dieta livre de glúten é indicada para pessoas com doença celíaca ou que possuam sensibilidade ao glúten não celíacos. A decisão de adotar uma dieta livre de glúten deve ser baseada em orientação médica adequada e em uma avaliação adequada de suas necessidades dietéticas individuais. 

O glúten é uma fonte de nutrientes em muitos alimentos e pode fornecer carboidratos, proteínas e fibras. Dessa forma, excluí-lo da sua alimentação sem necessidade pode resultar em uma ingestão inadequada de certos nutrientes e em uma dieta menos equilibrada. Além disso, seguir uma dieta, glúten free pode restringir desnecessariamente suas opções alimentares.

Felizmente, a conscientização sobre o público celíaco está aumentando na indústria alimentícia, tornando mais acessível o acesso a esses alimentos. Deixamos a seguir uma lista com algumas orientações de onde encontrar produtos livres de glúten:

  • Supermercados: Grandes redes de supermercados aderiram a seções dedicadas a alimentos sem glúten. Procure por produtos rotulados como “gluten-free” (sem glúten) nas prateleiras;
  • Lojas de produtos naturais e especializadas: Nesses estabelecimentos é possível encontrar uma variedade maior de opções sem glúten, incluindo pães, massas, cereais, snacks e ingredientes alternativos. Em algumas dessas lojas é possível conhecer os produtos da Tainá Alimentos, indústria que possui um rigoroso processo de testes para evitar qualquer tipo de contaminação cruzada; além de outras marcas referências na produção de produtos sem glúten. Procure as lojas de produtos naturais e as lojas especializadas em produtos sem glúten em sua região, com certeza essas lojas apresentarão diversas marcas de produtos livres de glúten para você adicionar em sua alimentação!;
  • Farmácias e lojas de produtos dietéticos: Algumas farmácias e lojas de produtos dietéticos podem ter uma seleção de alimentos sem glúten;

Fonte: Gazeta do Povo

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Alergias alimentares: a fórmula da cura é o amor de mãe

As alergias alimentares se caracterizam por uma reação do sistema imunológico após a ingestão de determinado alimento. O problema pode atingir qualquer pessoa em qualquer idade, mas são mais preocupantes em crianças, pela falta de comunicação do paciente. Para se ter uma ideia, a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), estima que 6 a 8% das crianças do mundo sofram com algum tipo de alergia. No Brasil, as mais conhecidas são a intolerância ao glúten e a proteína do leite de vaca (APLV).

Também conhecida por doença celíaca, a intolerância ao glúten é uma reação imunológica quando se ingere a proteína encontrada no trigo, cevada ou centeio.

Segundo o Conselho Nacional de Saúde, ela afeta em torno de 2 milhões de crianças no Brasil, mas, infelizmente, o número pode ser maior, devido à falta de diagnósticos precisos.

Essa condição aparece quando se consome algum produto que contenha a proteína do leite de vaca. Nos bebês, pode aparecer após comer ou beber produtos que a contenham, causando uma reação alérgica do sistema imunológico. A Sociedade Europeia de Gastroenterologia, Hepatologia e Nutrição Pediátrica revela que 1 a 17% das crianças menores de 3 anos possuem sintomas sugestivos de APLV. E mais: 2 a 3% das crianças menores de 3 anos já são diagnosticadas com esta alergia.

A grande diferença entre a doença celíaca e o APLV é que, com o passar do tempo e a alimentação correta, a criança que tem APLV pode voltar a consumir a proteína do leite. Já a doença celíaca não há regressão.

Quando uma criança é acometida por alguma dessas condições, a mãe acaba se desdobrando para garantir que cheguem produtos de qualidade para o consumo seguro de seus filhos.

Isso Talita Knupp Souza sabe bem. Ela é casada com Saul Pereira. A professora e o motorista de caminhão são pais da Tainá Souza, uma menina que veio ao mundo já pronta para lutar.

A pequena nos seus primeiros 9 dias de vida chorava desesperadamente. Dormia pouco mais de 1 hora e não conseguia se alimentar muito bem. A cada quilo que a menina perdia, a mãe aumentava toneladas de desespero.

Alguns médicos diziam que eram apenas as cólicas naturais dos primeiros meses de vida. Outros insinuaram que a mãe de primeira viagem não estava pronta para realizar sua função materna com maestria. “Cansei de chegar na emergência e ficar 4 horas esperando para me dizerem que a minha filha estava muito agasalhada, que estava deixando ela passar fome ou até que meu leite não prestava”, exemplifica Talita.

Com a situação da pequena piorando e Talita em busca de uma solução, a sua rede de apoio foi de suma importância no rumo de um diagnóstico definitivo. Entretanto, o que há de mais seguro se não o colo de uma mãe?

Entre idas e vindas em hospitais, ela encontrou a Dra. Marilza Cubas Ribas. A pediatra cuidou com carinho tanto dos sintomas da filha, quanto do cansaço da mãe, que a essa altura já não podia amamentar pelo pouco leite que produzia. A médica pediu que a menina fosse para uma gastropediatra, onde, finalmente, trouxeram um diagnóstico definitivo após 2 meses de angústia: Tainá tinha alergia à proteína do leite de vaca.

O resultado do exame trouxe alívio para a Talita que não sabia o porquê sua filha chorava tanto desde o nono dia de nascimento. Mas, ao mesmo tempo, ela compreendia que seria uma longa jornada em que ambas, mãe e filha, precisariam atravessar juntas.

Devido ao avançado estado da filha, o recomendado foi ela se alimentar apenas por uma fórmula de aminoácido. A mãe também teve que eliminar da sua alimentação todo produto que continha proteína do leite de vaca, para voltar a alimentar a pequena.

“Depois de 15 dias, a Tainá já estava ganhando peso, dormindo melhor… Era outra criança. Pude, inclusive, voltar a amamentá-la”, relembra Talita.

Tudo parecia ir bem até que chegou a fase da introdução alimentar. Outro drama enfrentado pela dupla.

Ao escolher os produtos no mercado para confeccionar alimentos mais pastosos para a menina, Talita sempre escolhia produtos que diziam não conter leite descrito nos rótulos. Porém, bastava uma pequena porção para Tainá sofrer com as dores novamente.

Qual seria o motivo se no próprio rótulo dizia que não continha leite? Foi aqui que ela e Saul descobriram o maior vilão dos alimentos para pessoas alérgicas.

“A gente começou a perceber que nem sempre o que estava no rótulo era válido. E ali a gente aprendeu o que era contaminação cruzada”, relembra Talita.

Contaminação cruzada é a transferência de organismos que causam doenças de um alimento contaminado, para outros que não estejam contaminados. Ou seja, por mais que um alimento fosse produzido sem leite, ele poderia ter sido fabricado com outros alimentos que continham a proteína. Logo, acabou adquirindo-a também, mesmo que não tenha sido a intenção do fabricante. Um descuido grave como esse, pode gerar uma reação alérgica forte no indivíduo, assim como ocorria com a filha de Talita.

Com o passar dos anos e a restrição completa do leite na infância, Tainá começou a ter contato com produtos que continham a tão temida proteína do leite de vaca e, graças ao apoio médico e a persistência e cuidado de sua mãe, seu organismo já conseguia processar a proteína. Ou seja, depois de um tempo, a menina tornou-se fã de iogurtes e queijos.

Tempos depois, Talita e Saul tiveram o segundo filho, Saul Junior. O menino apresentou os mesmos sintomas da irmã, logo nos primeiros meses de vida. O diagnóstico já era esperado: ele também tinha APLV.

Mais experiente e com o coração certo de sua melhora, Talita procurou a gastropediatra e iniciou rapidamente os tratamentos. Tudo de novo, em prol da qualidade de vida do seu pequeno.

Hoje, ele também pode consumir produtos com leite sem medo de ser feliz!

A história de Talita se soma a tantos outros relatos de mães de crianças alérgicas. Onde, além da presença das alergias, outro ponto delineia todas elas: a solidão da mãe no processo de descobrimento da cura ou melhora da sua cria.

Em sua maioria, as mães relatam a falta de profissionais de saúde qualificados para atender uma criança alérgica, além do baixo apoio da família/amigos neste processo. A restrição alimentar torna-se também uma restrição social. “Às vezes, as pessoas não entendem o todo que vem com uma alergia”, complementa Talita.

Isso sem contar nas empresas que não cumprem protocolos de segurança alimentar e, devido à falta de conhecimento ou de processos, enviam produtos para pessoas alérgicas junto com itens contaminados.

“Não é uma questão de luxo. A pessoa que tem uma alergia, ela tem uma questão de saúde envolvida. Eu acho que deveria ter um olhar sobre isso, de repente na parte fiscal e tributária, para chegar mais barato para o consumidor final”, declara Talita.

Talita e Saul já empreendiam no ramo da alimentação. Começaram com a castanha do Pará, alimento nacional e que tinha um consumo alto entre os brasileiros. Na sequência, incluíram a castanha de caju pelos mesmos motivos.

Nos primeiros anos da empresa, Saul vendia de porta em porta, enquanto Talita organizava a parte fiscal e demais atribuições administrativas. Ambos sempre abertos às novidades do mercado e cientes da qualidade do seu produto.

A empresa foi fundada em 2012. Dois anos depois Tainá nasceu e com ela um novo significado para o empreendimento. Afinal, os pais haviam vivido na pele as consequências de uma fabricação negligente de produtos livres de contaminação.

Somando essa experiência de vida com uma visita da Associação dos Celíacos, o rumo do negócio se transformou. O casal decidiu produzir alimentos sem glúten e/ou sem a proteína do leite de vaca. E, é claro, tiveram que reformular o nome. Eis que surge a Tainá Alimentos, empresa líder em Curitiba na fabricação de produtos naturais.

Eles investiram em um laboratório interno, onde testam todos os produtos que chegam para a presença de glúten ou proteína do leite de vaca. Instalaram protocolos rigorosos com colaboradores para evitar que qualquer contaminação chegasse aos alimentos: todos trocam os uniformes quatro vezes ao dia e não podem entrar na empresa com alimentos que contenham glúten. Tudo isso para se tornarem um fornecedor seguro para as empresas de produtos naturais e, principalmente, terem a certeza que seus produtos podem ser consumidos sem medo por pessoas alérgicas.

No fim das contas, a Tainá Alimentos é a indústria líder no segmento de produtos naturais, graças aos seus testes contínuos e o cuidado com o seu público-alvo. Tudo isso advindo de uma luta enfrentada por mãe e filha, em que buscam garantir a outras mães e filhos uma alimentação saudável, nutritiva e segura. No fundo, aquele ditado judaico estava certo: “Deus não pode estar em todos os lugares e por isso fez as mães”.

Fonte: Gazeta do Povo

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Curitiba é um dos maiores mercados de produtos naturais do Brasil

Um dos mercados mais promissores do país é o de produtos naturais que, segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em 2021 abriu, no Brasil todo, 138.795 estabelecimentos, o maior número dos últimos nove anos. A variação empresarial de 2013 até 2022 foi de 127,64%, e a tendência dos últimos cinco anos das lojas de produtos naturais foi de 25%.

De acordo com o Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista (IQ-Unesp) em Araraquara, e o Chemical Abstracts Service (CAS) – divisão da Sociedade Americana de Química, o Brasil tem a segunda maior base de dados de produtos naturais do mundo, com 54 mil compostos provenientes da biodiversidade brasileira catalogados.  O país reúne aproximadamente 20% de todas as espécies do mundo e perde apenas para a China no ranking de dados.

A vasta biodiversidade brasileira permite a produção de medicamentos, cosméticos e produtos em geral, especialmente alimentos.  O Paraná é um expoente na produção de orgânicos e possui 3.916 produtores de orgânicos certificados, o maior número no Brasil – correspondendo a 16% dos agricultores do país, segundo o Ministério da Agricultura. A estimativa é que a produção orgânica do Paraná seja de 50 mil toneladas/ano, desde hortifrúti, grãos, mandioca, até cestas de produtos entregues em casa.

O Conselho Brasileiro de Produção Orgânica e Sustentável (Organis) afirma que 15% da população brasileira consumiu algum produto orgânico ou natural nos últimos dois meses e a maior procura por este tipo de produto, cerca de 34%, está na Região Sul, número que é o dobro do consumo nacional.

Pesquisa do Sebrae/PR com 200 empresários, realizada entre agosto e setembro de 2019, apontou um aumento de 66% no número de consumidores de estabelecimentos e novos produtos dentro do segmento de produtos naturais em Curitiba. E mais: 91% deles afirmam que o mercado de produtos naturais avançou nos últimos anos.

A empresa curitibana Tainá Alimentos, um dos principais players do setor, endossa a pesquisa e vê o mercado de produtos naturais crescendo dia após dia. Com mais de 250 itens entre frutas secas, grãos, farinhas, oleaginosas, chás, temperos e cereais – todos livres de glúten e proteína do leite de vaca -, comercializados em caixas e sacas fechadas de 10 a 30 kg e também fracionados de 1kg a 200g, a empresa não para de crescer.

A Tainá Alimentos também investe pesado no segmento de produtos para celíacos, aqueles que não podem consumir glúten. A empresa consegue ter em seus produtos apenas 5 ppm, ou seja, muito abaixo da média mundial (20 ppm), um resultado decorrente do alto investimento em tecnologia da empresa.

As matérias primas da Tainá Alimentos passam por análises sensoriais e testes em laboratório para aprovação e somente após passar por todos esses testes, e também após uma quarentena, os produtos vão para o depósito onde serão fracionados e comercializados. Todos os lotes recebidos são avaliados e uma amostra é retirada para a retenção e monitoramento dos produtos.

Fonte: Gazeta do Povo

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Saiba onde encontrar os melhores produtos naturais e sem glúten

Um dos problemas de saúde mais comentados nos dias atuais é a doença celíaca, uma enfermidade autoimune causada pela intolerância ao glúten. O glúten é uma proteína encontrada principalmente nos grãos como aveia, cevada e trigo, o que acaba tornando itens como pães, massas, bolachas e até mesmo a cerveja, inconsumíveis para quem é celíaco.

Os sintomas costumam aparecer cedo, entre os cinco meses e os dois anos de idade, mas a doença também pode surgir na vida adulta. Pessoas que sofrem de forma recorrente com diarreia ou prisão de ventre crônica, sentem desconforto abdominal, inchaço na barriga, falta de apetite, baixa absorção de nutrientes, têm osteoporose, anemia ou desnutrição, devem recorrer a tratamento médico para detectar as causas.

Entre os exames que detectam a doença celíaca estão a biópsia do intestino, endoscopia e exames de sangue.

A opção ideal para quem sofre com a doença é investir em alimentos sem glúten, como frutas, legumes, ovos, entre outros. É preciso muita atenção à contaminação cruzada de alimentos, pois celíacos só podem ingerir aquilo que é manuseado em uma cozinha descontaminada de glúten.

A contaminação cruzada acontece quando há a transferência direta ou indireta de agentes contaminantes físicos, químicos ou biológicos, seja ele em um utensílio, um alimento ou um recipiente, por exemplo. A atenção deve ser absoluta em todos os processos do alimento, uma vez que a contaminação pode acontecer em qualquer etapa.

A lei federal nº 10.674, de 16/05/2003 determina que todos os alimentos industrializados informem em seus rótulos a presença ou não de glúten, para resguardar o direito à saúde dos portadores de doença celíaca.

Pensando nisso, a Tainá Alimentos investe no segmento de produtos para celíacos e tornou-se uma das principais distribuidoras do país. Localizada em Curitiba, a Tainá Alimentos garante a segurança dos alimentos e utiliza como parâmetro de detecção a quantidade de 5 ppm de glúten, valor abaixo do preconizado pela Comissão Codex Alimentarius que considera alimentos livres de glúten aqueles que contenham até 20 ppm desta molécula.

A empresa realiza testes certificados pela AOAC (Association of Official Analytical Collaboration International) no recebimento da matéria prima para garantir que seus produtos não possuem glúten e também faz testes em suas salas de manipulação. Além disso, a Tainá Alimentos implementou um processo que trabalha para evitar a contaminação cruzada por glúten dentro da empresa.

Na chegada da matéria prima, a Tainá Alimentos realiza análises sensoriais e testes em laboratório para a aprovação. Só depois da aprovação os itens vão para uma quarentena e dão entrada no depósito para o fracionamento e comercialização. Todos os lotes recebidos são avaliados e uma amostra é retirada para a retenção e monitoramento dos produtos.

Outro cuidado tomado pela Tainá Alimentos para evitar qualquer tipo de contaminação é a realização constante de testes com os colaboradores para verificar a higiene das mãos. Os profissionais passam também por capacitações sobre limpeza, realizados periodicamente. Toda a equipe, assim como as salas de manipulação, passa por testes em períodos diferentes, de modo que não saibam quando serão testados – o objetivo é constatar que os procedimentos de higiene estão sendo utilizados o tempo todo. E todo o processo de armazenamento envolve o uso de embalagens próprias para cada alimento, mantidas em uma sala separada, para que não haja riscos de contaminação. Os processos são aplicados rigorosamente pensando na segurança do consumidor, para que ele esteja seguro de que os produtos da Tainá Alimentos não oferecem qualquer tipo de risco.

São mais de 250 itens entre frutas secas, grãos, farinhas, oleaginosas, chás, temperos e cereais – todos livres de glúten e proteína do leite de vaca -, comercializados em caixas e sacas fechadas de 10 à 30 kg e também fracionados de 1kg a 200g.

Fonte: Gazeta do Povo

Foto: Freepik

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Guia reúne as principais informações sobre Produtos Naturais

Os produtos naturais são um mercado amplo que explora desde alimentos até mesmo produtos de cuidados com a pele. Estes produtos naturais são obtidos a partir de fontes naturais, como plantas, animais e minerais. Desse modo, os produtos naturais são minimamente processados, sem a adição de substâncias químicas artificiais ou aditivos sintéticos. Eles são valorizados por serem considerados mais saudáveis e sustentáveis, oferecendo benefícios nutricionais e de bem-estar. 

Exemplos de produtos naturais incluem alimentos orgânicos, cosméticos feitos com ingredientes naturais, suplementos à base de plantas, óleos essenciais, entre outros.

O público que costuma procurar estes alimentos busca um estilo de vida mais saudável com uma maior qualidade de vida e de modo sustentável que traga benefícios tanto para o corpo quanto ao planeta. Além disso, pessoas com alergias alimentares costumam procurar alimentos naturais e livres de contaminação cruzada. 

Na alimentação, de forma geral, produtos naturais são aqueles que não têm agrotóxicos e são livres do uso de adubos químicos e substâncias sintéticas. São alimentos que garantem mais qualidade ao ingerir, com sabor mais aguçado, mais saudáveis e que refletem saudabilidade.

Um outro ponto sobre produtos naturais é o formato de venda e armazenagem. A granel é o formato mais comum, ou seja, sem embalagens e em quantidades diversas, conforme a necessidade do cliente. O armazenamento é crucial para manter o produto natural com qualidade — a empresa fornecedora do produto precisa manter o alimento livre de contaminação, em espaços que garantam o seu frescor e com profissionais experientes no manuseio destes itens.

Como guardar produtos naturais?

Quando se trata de alimentação saudável, produtos naturais como chás e oleaginosas são indispensáveis. No entanto, por não conterem conservantes, é crucial tomar precauções para garantir sua durabilidade e qualidade. Armazenamento inadequado e manuseio incorreto podem comprometer esses produtos. 

Segundo Jayme Augusto Menegassi, engenheiro de alimentos na Tainá Alimentos, é essencial ter cuidados específicos para preservar os produtos naturais após a compra. Embalagens originais podem garantir prazos de validade de até um ano, mas após abertas, essa validade é reduzida. Portanto, é fundamental armazená-los corretamente. Confira a seguir uma lista com algumas orientações de como guardar os seus produtos naturais:

Ervas e Especiarias

Armazene em recipientes herméticos, de preferência opacos, para proteger do ar, luz e umidade. 
Mantenha em local fresco e seco. 
Evite armazenar próximo de fontes de calor, como o fogão.


Frutas Cristalizadas

Armazene em potes de vidro ou aço inoxidável, longe da luz e umidade.
Certifique-se de que o local de armazenamento esteja limpo e seco. 
Utilize recipientes hermeticamente fechados e mantenha em baixas temperaturas para melhor conservação.

Pós e Farináceos

Guarde em recipientes fechados, longe da umidade. 
Para farinhas com alto teor de gordura, como amêndoas e coco, armazene na geladeira para evitar oxidação e alteração de odor.
Grãos

Após abrir os pacotes, mantenha os grãos fechados em local fresco e seco. 
Evite o aparecimento de pragas mantendo-os bem armazenados.

Chips

Vedação adequada é essencial para o armazenamento de chips. 
Mantenha na embalagem original ou transfira para um pote bem fechado, evitando contato com o ar.

São diversas as razões que tornam os produtos naturais melhores que os industrializados. Cabe destacar que nem todo produto industrializado é prejudicial, no entanto, os produtos naturais são considerados uma escolha mais saudável por algumas razões. Confira a seguir, algumas:

Nutrição e Saúde: Ricos em nutrientes essenciais como as vitaminas, minerais e antioxidantes, os produtos naturais não passam por processos de refinamento que podem eliminar ou reduzir estes ingredientes. Além disso, eles tendem a ter menos adição de ingredientes artificiais como corantes, aromatizantes e conservantes.
Sabor e Aroma: Os produtos naturais costumam oferecer sabores e aromas mais autênticos, ao preservarem as características naturais dos ingredientes. 
Sustentabilidade Ambiental: É comum neste mercado empresas que trabalham com práticas agrícolas mais sustentáveis, como a agricultura orgânica sendo melhor para a preservação ambiental.
Além disso, muitos produtos naturais costumam ser de origem vegetal, isto atrai diversos consumidores preocupados com o bem-estar animal e a ética da produção alimentar. Outro fato interessante relacionado a adesão desses produtos em sua rotina, é que eles possibilitam uma maior consciência em relação a sua alimentação, promovendo um estilo de vida mais equilibrado.

Segundo uma pesquisa recente do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), o setor de produtos naturais apresentou um crescimento de 98% nos últimos dois anos, aumento acelerado pela pandemia de Covid-19. O crescimento também foi revelado por uma pesquisa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) que apontou que os brasileiros têm se alimentado de forma mais saudável. 

De acordo com a pesquisa, a procura por produtos mais nutritivos cresceu em 32%, e 29% dos entrevistados disseram preferir alimentos de qualidade em detrimento dos industrializados. Outro dado importante, desta vez sinalizado pelo Euromonitor Internacional, aponta que a venda de produtos naturais cresceu cerca de 12,3% no ano.

Tendências do mercado de produtos naturais

Alimentos orgânicos: público que busca opções livres de pesticidas e fertilizantes químicos.


Veganismo e vegetarianos: público impulsiona a demanda por produtos livres de ingredientes de origem animal.


Bebidas funcionais: kombuchá, sucos prensados a frio, chás de ervas, é um mercado em expansão para um público que busca alternativas mais saudáveis às bebidas mais açucaradas e artificiais.


Produtos de cuidados pessoais e naturais: voltado para consumidores cada vez mais conscientes das opções naturais como os cosméticos e cuidados para a pele e cuidados capilares.


Suplementos alimentares naturais: voltado para a saúde e bem-estar este mercado trabalha com vitaminas, minerais, probióticos e ervas.
Alimentos livres de alergênicos: A demanda por alimentos naturais e livres de alergênicos, como sem glúten, sem lactose e sem soja, está em alta devido ao aumento da conscientização do público com restrições alimentares e intolerâncias.


À medida que a conscientização sobre saúde, sustentabilidade e bem-estar continua a crescer, é provável surgirem novas oportunidades e demandas nesse setor. Uma empresa que aproveitou este cenário, foi a indústria curitibana Tainá Alimentos que se tornou uma das principais distribuidoras de produtos naturais do país, com inúmeros clientes. 

A empresa investe fortemente em tecnologia na produção deste tipo de alimento e já conta com 350 itens no portfólio de produtos naturais, com frutas secas, grãos, farinhas, oleaginosas, chás, temperos e cereais, sempre de olho no que há de melhor no mercado. Todos os produtos da Tainá Alimentos são livres de glúten e proteína do leite de vaca.

A Tainá Alimentos oferece produtos em caixas e sacas fechadas de 10kg a 30kg e fracionados de 1kg a 200g. Tudo isto para evitar desperdício e atender tanto aqueles que possuem uma demanda maior de estoque, quanto aqueles que possuem uma demanda menor.

Na chegada da matéria prima, a Tainá Alimentos realiza análises sensoriais e testes em laboratório para aprovação do conteúdo e apenas depois de passar por todos os testes, os produtos vão para o depósito onde serão fracionados e comercializados. Todos os lotes recebidos são avaliados e uma amostra é retirada para a retenção e monitoramento dos produtos.

Com mais de 11 anos no mercado, a Tainá Alimentos se tornou referência no mercado a granel, fornecendo segurança e credibilidade para os parceiros por meio de produtos de alta qualidade e com a melhor matéria prima. Para saber mais sobre os produtos naturais da Tainá Alimentos e toda a sua rede de qualidade, acesse o site.

Quanto custa montar uma loja de produtos naturais?

Se você deseja investir neste mercado sustentável, que fornece um consumo mais consciente e saudável para a população fique atento em relação aos valores. 

O custo de montar uma loja de produtos naturais pode variar significativamente dependendo de alguns fatores como o tamanho da loja, localização, fornecedores, estrutura física, estoque inicial e custos de marketing. Confira a seguir, alguns fatores para você colocar em sua conta para considerar os custos iniciais de uma loja de produtos naturais:

Localização: O custo do aluguel ou da compra de um imóvel comercial podem variar conforme a região e o espaço desejado. Defina um orçamento para sua loja de produtos naturais em relação ao aluguel/compra e realize suas buscas. Vale lembrar que a localização deve ser estratégica para aumentar o seu retorno de investimento. 


Reformas e decoração: Dependendo do espaço escolhido, será necessário realizar pequenas reformas. Se for o caso, coloque este valor na sua conta para escolher com mais segurança.


Estoque inicial: Para iniciar sua loja é necessário ter um estoque de produtos. O custo do estoque dependerá da variedade de produtos que você deseja oferecer, bem como a qualidade de cada um deles. A Tainá Alimentos é uma excelente indústria fornecedora com um portfólio vasto de produtos naturais. Vale a pena conferir.


Equipamentos e utensílios: Prateleiras, balcões, sistemas de ponto de venda (PDV), geladeiras e outros materiais são necessários para compor sua loja. Não se esqueça de pesquisar os valores.


Marketing e publicidade: Uma parte essencial de sua loja será a comunicação para atrair novos clientes e criar uma marca rentável. Separe um valor para o design de sua logo, materiais promocionais e site.


Licenças e documentação: Existem alguns custos relacionados a licenças comerciais e sanitárias. É importante ter os documentos legais de sua loja em dia. Por esse motivo, este é um gasto essencial para colocar em sua lista.


Funcionários: Se você planeja iniciar sua loja já com funcionários, planeje os salários, benefícios e treinamentos.
Glossário do Conteúdo

Ao longo do texto, alguns termos apareceram, mas podem ter deixado algumas dúvidas sobre seu significado. Veja algumas explicações que trazemos a seguir:

Antioxidantes: 

Os antioxidantes estão presentes em diversos produtos naturais. Ele é uma substância capaz de proteger as células contra os radicais livres. 

Os radicais livres são moléculas instáveis que podem ser produzidas pelo corpo mas também são geradas por fatores como poluição, sol, fumaça, estresse e cigarro. Os radicais livres podem causar danos às células e levando ao envelhecimento precoce e doenças crônicas. 

Os antioxidantes conseguem neutralizar os radicais livres, sendo essenciais para sua dieta. Estão presentes em alimentos como as vitaminas C e E, minerais (selênio, zinco), compostos fenólicos (flavoides, taninos) e carotenoides. 

Refinamento:

O processo de refinamento de alimentos são uma série de procedimentos da indústria alimentícia que alteram as características físicas, químicas e sensoriais dos alimentos. 

O refinamento é feito com o intuito de melhorar a qualidade, durabilidade, aparência, sabor e textura dos produtos. E claro, aumentar sua vida útil. 

O refinamento consegue melhorar certas características dos alimentos, mas  alguns processos podem levar a uma perda de nutrientes e componentes benéficos para a saúde. Dessa forma, é recomendado equilibrar o consumo de alimentos refinados com alimentos naturais e minimamente processados, para garantir uma dieta saudável e nutritiva.

Fonte: Gazeta do Povo

Foto: Freepik

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Tudo o que você precisa saber sobre alimentação sem glúten

O glúten é um composto de proteínas presente nas sementes de cereais das famílias das gramíneas, especialmente no trigo, cevada, triticale e centeio. O glúten é essencial para a germinação e crescimento da planta, mas pode fazer muito mal ao ser ingerido por pessoas que sofrem com a doença celíaca, uma enfermidade que torna os indivíduos intolerantes ou alérgicos à substância. Alimentos sem glúten carregam o termo ‘’Sem Glúten’’ em seus rótulos. Ou seja, alimentos sem glúten são aqueles que naturalmente não contêm a proteína ou foram processados para remover o glúten ou utilizam substitutos sem glúten.

A maioria das pessoas não apresenta problemas de saúde ao ingerir glúten. No entanto, algumas pessoas têm intolerância à proteína, como a doença celíaca ou sensibilidade ao glúten não celíaca, e precisam evitar o glúten em sua dieta.

A doença celíaca é uma condição autoimune em que o sistema imunológico reage negativamente ao glúten, causando danos ao revestimento do intestino delgado. As pessoas com doença celíaca devem evitar totalmente o glúten em sua dieta para prevenir sintomas e danos ao intestino. Além disso, pessoas com sensibilidade ao glúten também experimentam sintomas semelhantes à doença celíaca, mas não apresentam os mesmos danos ao intestino delgado. Uma alternativa para essas pessoas é evitar o glúten em sua dieta para aliviar os sintomas.

Se você suspeita ter algum problema relacionado ao glúten, procure diagnóstico médico e realize o acompanhamento com uma nutricionista para entender quais alimentos ingerir e quais devem substituir. Assim, é possível evitar que o organismo não perca nutrientes que são essenciais para o seu bom funcionamento. Somente um profissional de saúde pode solicitar a realização dos exames que detectam o glúten, como o anti-endomísio; transglutaminase tecidual; gliadina e o estudo molecular DQ2 e DQ8. São exames de sangue que devem ser realizados em jejum normal ou leve, e o resultado irá indicar a sensibilidade da pessoa aos alimentos, incluindo o glúten.

Alimentos que não contém glúten possuem em seus rótulos o termo ‘’Sem glúten’’. Mas, existem outros alimentos que não contêm glúten a substância. Confira a lista a seguir:

  • Frutas frescas e congeladas;
  • Vegetais frescos e congelados;
  • Carnes frescas (carne bovina, frango, peixe, porco, cordeiro, etc.);
  • Peixe e frutos do mar frescos;
  • Ovos;
  • Leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico, etc.);
  • Arroz;
  • Quinoa;
  • Milho;
  • Batata;
  • Batata-doce;
  • Amêndoas;
  • Castanhas (castanha de caju, castanha-do-pará, etc.);
  • Nozes (noz-pecã, noz-macadâmia, noz-moscada, etc.);
  • Sementes (chia, linhaça, girassol, abóbora, etc.);
  • Leite de amêndoas, leite de coco e outros leites vegetais sem glúten;
  • Iogurte natural sem glúten;
  • Queijos naturais sem glúten;
  • Óleos vegetais (azeite de oliva, óleo de coco, óleo de abacate, etc.);
  • Mel e açúcar natural.

Receitas de pão sem glúten

Pão de banana sem glúten

Ingredientes:

  • 3 bananas maduras
  • 3 ovos
  • 1/4 xícara de óleo de coco
  • 1/2 xícara de farinha de amêndoas
  • 1/2 xícara de farinha de coco
  • 1 colher de chá de fermento em pó
  • 1 colher de chá de canela em pó (opcional)
  • Pitada de sal

Instruções:

  1. Pré-aqueça o forno a 180°C e unte uma forma de pão.
  2. Em uma tigela grande, amasse as bananas até obter uma consistência homogênea.
  3. Adicione os ovos e o óleo de coco à tigela e misture bem.
  4. Em outra tigela, misture a farinha de amêndoas, a farinha de coco, o fermento em pó, a canela em pó e o sal.
  5. Adicione os ingredientes secos à mistura de banana e misture até obter uma massa uniforme.
  6. Despeje a massa na forma de pão preparada e nivele a superfície.
  7. Asse por cerca de 45-50 minutos, ou até que um palito inserido no centro saia limpo.
  8. Retire do forno e deixe esfriar antes de desenformar. Corte em fatias e sirva.

Pão de batata-doce sem glúten

Ingredientes:

  • 2 xícaras de purê de batata-doce (cozida e amassada)
  • 4 ovos
  • 1/4 xícara de azeite de oliva
  • 1/2 xícara de farinha de arroz
  • 1/2 xícara de polvilho doce
  • 1 colher de sopa de fermento em pó
  • 1 colher de chá de sal

Instruções:

  1. Pré-aqueça o forno a 180°C e unte uma forma de pão.
  2. Em uma tigela grande, misture o purê de batata-doce, os ovos e o azeite de oliva.
  3. Em outra tigela, combine a farinha de arroz, o polvilho doce, o fermento em pó e o sal.
  4. Adicione os ingredientes secos à mistura de batata-doce e misture bem até obter uma massa homogênea.
  5. Despeje a massa na forma de pão preparada e nivele a superfície.
  6. Asse por cerca de 50-60 minutos, ou até que um palito inserido no centro saia limpo.
  7. Retire do forno e deixe esfriar antes de desenformar. Corte em fatias e sirva.

Pão de quinoa sem glúten

Ingredientes:

  • 1 1/2 xícara de farinha de quinoa
  • 1/2 xícara de farinha de amêndoas
  • 1/4 xícara de polvilho doce
  • 2 colheres de sopa de linhaça moída
  • 1 colher de sopa de fermento em pó
  • 1 colher de chá de sal
  • 3 ovos
  • 1/4 xícara de óleo de coco derretido
  • 1/2 xícara de água


Instruções:

  1. Pré-aqueça o forno a 180°C e unte uma forma de pão.
  2. Em uma tigela grande, misture a farinha de quinoa, a farinha de amêndoas, o polvilho doce, a linhaça moída, o fermento em pó e o sal.
  3. Em outra tigela, bata ligeiramente os ovos e adicione o óleo de coco derretido e a água.
  4. Adicione os ingredientes líquidos à mistura de farinha e misture até obter uma massa homogênea.
  5. Despeje a massa na forma de pão preparada e nivele a superfície.
  6. Asse por cerca de 45-50 minutos, ou até que um palito inserido no centro saia limpo.
  7. Retire do forno e deixe esfriar antes de desenformar. Corte em fatias e sirva.

A eliminação do glúten da sua alimentação quando necessário, requer comprometimento e pode ser desafiadora no início. Entretanto, com o tempo, você se acostumará com a nova forma de se alimentar e descobrirá uma variedade de opções deliciosas e nutritivas sem glúten disponíveis. 

Para cortar o glúten da alimentação, é importante educar-se sobre quais alimentos contêm glúten e quais não contêm, sendo necessário o aprendizado e leitura dos rótulos.

Outra alternativa é cozinhar em casa para obter controle dos ingredientes, tendo cuidado com a contaminação cruzada. Além disso, um caminho é explorar as opções deliciosas e nutritivas sem glúten, disponíveis no mercado.

Confira na tabela abaixo, algumas sugestões de farinhas sem glúten e como substituir pelas tradicionais com glúten.


Observação: No Brasil, a aveia pode conter glúten devido a contaminação cruzada. Certifique-se de que a aveia que irá consumir é realmente sem glúten.

É possível encontrar diversos produtos livres de glúten em prateleiras específicas de grandes redes de supermercados dedicadas ao público celíaco. Haja vista que este é um mercado em crescimento. 

Neste cenário, as empresas estão investindo cada vez mais em produtos para uma alimentação sem glúten e que atendam a legislação das organizações de saúde. É o caso da Tainá Alimentos, distribuidora especializada em produtos naturais, que dispõe de um leque de produtos com mais de 250 itens entre frutas secas, grãos, farinhas, oleaginosas, chás, temperos e cereais, todos livres de glúten.

Conforme o Codex Alimentarius, programa da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e da Organização Mundial da Saúde (OMS), criado em 1963, para ser considerado sem glúten um alimento pode ter no máximo 20 ppm (partes por milhão) de glúten. A Tainá Alimentos consegue garantir que seus produtos não terão mais que 5 ppm, ou seja, muito abaixo da média mundial, um resultado decorrente do alto investimento em tecnologia da empresa.

A segurança da Tainá Alimentos é garantida por meio de testes certificados pela AOAC (Association of Official Analytical Collaboration International) já no recebimento da matéria prima, além de realizar testes constantes nas salas de manipulação, o que permite evitar a contaminação cruzada.

Todos os colaboradores da Tainá Alimentos também passam por testes constantes para verificar a higiene das mãos, e recebem treinamentos periódicos sobre limpeza. As salas de manipulação e os funcionários são verificados em diferentes períodos, para que os profissionais não saibam quando serão testados. Além disso, o processo de armazenamento conta com embalagens próprias para o alimento, que são mantidas em uma sala à parte, para que não haja contaminação. Todos esses processos foram aplicados pensando no cliente. Assim, ele tem a certeza de que, quando adquirir um produto da Tainá Alimentos, pode consumir sem riscos.

A empresa investe tanto na alimentação dos celíacos que criou a embalagem de 200g, perfeitas para serem consumidas mais rapidamente, evitando o desperdício. Para saber mais sobre os produtos, acesse o site da Tainá Alimentos.

Fonte: Gazeta do Povo

Foto: Freepik


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Qual a forma correta de guardar produtos naturais?

Saiba como manter o frescor dos alimentos

Quando se trata de boa alimentação, produtos naturais, como chás e oleaginosas, estão no topo da lista de compras. Mas, por se tratar de produtos sem conservantes, o mau manuseio e o armazenamento incorreto podem fazer com que a durabilidade e a qualidade do produto fiquem comprometidas. “Para garantir uma boa conservação após a compra dos seus produtos naturais, alguns cuidados devem ser levados em consideração. Afinal, ao estarem nas embalagens originais, os produtos conseguem atingir prazos de validade de até um ano”, explica Jayme Augusto Menegassi, engenheiro de alimentos na Tainá Alimentos. “Porém, após abertos, essa validade se reduz. Por conta disso, é importante armazená-los de forma correta”, completa.

A Tainá Alimentos é uma distribuidora especializada em produtos naturais. A empresa tem como foco a qualidade e o compromisso com a satisfação dos clientes, durante e após a venda. Uma das especialidades da empresa é a boa gestão dos produtos naturais. Atualmente, a empresa soma mais de 250 itens para distribuição, incluindo frutas secas, grãos, farinhas, oleaginosas, temperos, chás e cereais. Todos livres de glúten e proteína do leite de vaca.

Todo o processo de armazenamento dos produtos da Tainá envolve embalagens próprias e adequadas para cada alimento, mantidas em uma sala à parte, para que não haja risco de contaminação. A distribuidora conta ainda com um laboratório próprio para a realização de testes periódicos que identificam se o produto está na qualidade própria para o consumo. Todos os fornecedores são validados pela própria empresa, que faz visitas constantes e avaliações sanitárias. O objetivo é ter certeza de que os insumos são da melhor qualidade possível, para que o cliente esteja seguro de que pode consumir os itens da Tainá Alimentos sem riscos.

Segundo Menegassi, os principais cuidados a serem tomados no armazenamento dos produtos naturais em casa consistem em garantir que estejam protegidos do calor, da umidade e da luz, pois são fatores que influenciam diretamente na qualidade, já que alteram as características dos produtos.

Para o armazenamento de chás, a recomendação é que sejam guardados em potes hermeticamente fechados, de preferência escuros, e em prateleiras altas. Uma dica importante é guardar longe do café, pois os chás podem acabar absorvendo os aromas. Além disso, mantenha também longe do fogão, para que a temperatura não deteriore o produto.

Os temperos e especiarias devem ser mantidos em potes fechados e de preferência identificados. Assim, é possível repor sempre no mesmo recipiente, para que os aromas não se misturem e você possa aproveitar melhor a essência de cada tempero ou especiaria.

Para poder fazer com que a qualidade das suas oleaginosas dure por mais tempo, coloque-as em um pote com uma boa vedação e na geladeira. A baixa temperatura e o pouco contato com o oxigênio auxiliam na conservação do produto, pois desaceleram o processo de oxidação. Além disso, manter em refrigeração evita que esses produtos rancifiquem mais rápido.

Por serem produtos extremamente secos, é essencial que sejam guardados em recipientes fechados longe da umidade, para que não acabem absorvendo-a e percam a qualidade. Para farinhas com alto teor de gordura, como a de amêndoas e a de coco, o ideal é armazená-las na geladeira; a baixa temperatura garante que elas não oxidem e fiquem com o odor alterado.

Após terem os pacotes abertos, os grãos também devem ser mantidos fechados e em local fresco e seco. Essa prática irá garantir a qualidade por mais tempo e evitar o aparecimento de pragas, como os carunchos.

A dica para o armazenamento dos chips é evitar que tenham contato com o ar, por isso é de extrema importância vedar bem o produto. Nesse caso, você pode mantê-lo na própria embalagem original ou transferi-lo para um pote, desde que esteja bem fechado.

Fonte: Gazeta do Povo

Foto: Divulgação


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